Indicação de Bengala no Idoso

Mini-questionário de Triagem

Ferramenta rápida (0–10 pontos) para apoiar a decisão clínica sobre a prescrição de dispositivos de auxílio à marcha (bengala) e prevenção de quedas.

Funcionalidade
Como usar: Responda às 5 perguntas abaixo. A ferramenta somará os pontos e sugerirá a conduta e dicas de ajuste do dispositivo.
Ferramenta de apoio. Não substitui avaliação fisioterapêutica formal.
1) Equilíbrio ao ficar em pé sem apoio
2) Teste de Sentar e Levantar (5xSTS)
3) Semi-tandem (Equilíbrio por 10s)
4) Histórico de quedas no último ano
5) Insegurança ou medo de cair ao andar
  Por favor, responda a todas as 5 perguntas antes de calcular.
Posição no Escore Funcional 0 / 10
0
Menor Necessidade (0) Maior Necessidade (10)
0
Resultado
Interpretação.

Orientações Práticas e Ajuste

  • Altura Correta: A empunhadura da bengala deve ficar na altura da prega do punho do paciente (ou trocânter maior do fêmur) com o paciente em pé e braço relaxado ao longo do corpo.
  • Flexão do Cotovelo: Ao segurar a bengala, o cotovelo deve ficar levemente fletido (cerca de 15 a 20 graus).
  • Qual lado usar? A bengala deve ser segurada sempre na mão do lado FORTE (contralateral à perna fraca ou dolorida) para acompanhar o movimento natural da marcha.
  • Andador vs Bengala: Se o paciente apresenta perda severa de equilíbrio bilateral, andadores com rodas frontais costumam oferecer maior base de sustentação do que bengalas.
Disclaimer e Fontes: Este instrumento é experimental para triagem rápida e apoio à decisão, construído a partir de marcadores validados:
  • 5 Times Sit-to-Stand (5xSTS): Tempos de referência para sarcopenia e risco de quedas.
  • Equilíbrio Estático (Semi-tandem): Componentes do Short Physical Performance Battery (SPPB).
  • Quedas e Medo de Cair: Domínios do programa STEADI (CDC) para prevenção de quedas.