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Cloridrato de Lidocaína Isobárica

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Cloridrato de Lidocaína Isobárica

  • Solução injetável reconstituída.
    Administração EV direta:
  • Não é necessária diluição;
  • Tempo de infusão: Administrar lentamente.
    Administração EV contínua:
  • 1-2 g + 1.000 mL de SG 5%;
  • Tempo de infusão: Velocidade inicial de 1-4 mg/minuto (15-60 mL/hora);
  • Atenção! A velocidade da infusão endovenosa deverá ser avaliada tão logo que o ritmo cardíaco do paciente estabilize ou ao menor sinal de toxicidade.
    Administração IM:
  • Não é necessária diluição;
  • Aplicar preferencialmente no músculo deltoide.
    Estabilidade após diluição:
  • Temperatura ambiente: 24 horas;
  • Refrigerado: não armazenar.
    Incompatibilidade em Y:
  • Aciclovir;
  • Anfotericina B;
  • Caspofungina;
  • Dantroleno;
  • Diazepam;
  • Diazóxido;
  • Ganciclovir;
  • Milrinona;
  • Pantoprazol;
  • Fenitoína;
  • Fenobarbital;
  • Sulfametoxazol/Trimetoprima;
  • Tiopental.

Incompatibilidade em bolsa: Fenitoína.

  • Betabloqueadores;
  • Utilizar com cautela em pacientes com intoxicação digitálica;
  • Cimetidina.

Autoria principal: Flaviane Gecler (Farmácia Industrial e Hospitalar).

Revisão: Raquel Elsalhi (Farmácia).

Xylestesin Isobárico (Cloridrato de lidocaína). José Carlos Módolo. São Paulo: Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda, 2021. Bula do medicamento.

Barros E, organizador. Medicamentos de A a Z: 2016-2018. 5ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2016.

Hospital Sírio-Libanês. Guia Farmacêutico 2014/2015. 8ª ed. São Paulo: Hospital Sírio-Libanês, 2014.