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Confira nosso fluxograma de decisão clínica para determinar rapidamente a abordagem do seu paciente
A decisão sobre a profilaxia pós exposição depende de alguns fatores que devem ser perguntados na avaliação inicial: animal envolvido; se cão ou gato, possibilidade de observação do animal por 10 dias; tipo de exposição (contato indireto, ferimento leve ou ferimento grave); e exposição prévia a vacina, soro antirrábico (SAR) e imunoglobulina antirábica (IGHAR).
Fluxograma:
Mordedura animal.
Fluxograma:
Profilaxia pós exposição a Raiva.
Conforme o Ministério da Saúde, a vacina é indicada para indivíduos com risco de exposição ocupacional ou turismo em áreas endêmicas ou epidêmicas.
Nos casos de agressões por morcegos e outros mamíferos silvestres (inclusive os domiciliados), o acidente é sempre classificado como grave.
Fluxograma do atendimento antirrábico.
Adaptado de:
Nota Técnica N
o
8/2022 - CGZV/DEIDT/SVS/MS
A vacina inativada é administrada em indivíduos expostos ao vírus, decorrente de mordedura, lambedura de mucosa ou arranhadura provocada por animais transmissores, ou devido à exposição por atividades ocupacionais;
Não há contraindicação para gestante ou lactante.
Apresentação:
Liofilizada com diluente, em ampolas contendo 0,5 mL ou 1 mL.
Conservação:
2-8°C até aplicação.
Pacientes imunocomprometidos devem receber uma dose adicional no dia 28. Para pessoas previamente vacinadas, apenas duas doses de vacina são necessárias, administradas nos dias 0 e 3, sem a necessidade de soro anti-rábico;
Indicado para profilaxia da raiva humana após exposição ao vírus;
Apresentação:
Solução purificada de anticorpos do soro de equinos imunizados com antígenos rábicos, em ampolas com 5 mL (1.000 unidades).
Conservação:
2-8°C, sendo ideal a temperatura de 5°C.
Apresentação:
Solução purificada de anticorpos a partir de plasma de doadores selecionados, imunizados com antígeno rábico, de produção limitada, baixa disponibilidade e alto custo. Forma liofilizada ou líquida, em frasco-ampola ou ampola na concentração de 150 unidades/mL, com 150 unidades (1 mL), 300 unidades (2 mL) ou 1.500 unidades (10 mL).
Conservação:
2-8°C. Não pode ser congelada, pois o congelamento provoca a perda de potência, forma agregados e aumenta o risco de reações.
Coccolini F, Sartelli M, Sawyer R, et al. Antibiotic prophylaxis in trauma: Global Alliance for Infection in Surgery, Surgical Infection Society Europe, World Surgical Infection Society, American Association for the Surgery of Trauma, and World Society of Emergency Surgery guidelines. J Trauma Acute Care Surg. 2024 Apr 1;96(4):674-682.
Ministério da Saúde (BR). Nota informativa nº 8/2022 -CGZV/DEIDT/SVS/MS. [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde, 2022.
Ministério da Saúde (BR), Secretaria de Vigilância em Saúde. Coordenação Geral de Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. Guia de vigilância em saúde. Volume único. [Internet]. 3a ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2019.
Ministério da Saúde (BR). Nota informativa nº 26-sei/2017-CGZV/DEIDT/SVS/MS. [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde, 2017.
Ministério da Saúde (BR), Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Vigilância em saúde: zoonoses. Série B. Textos básicos de saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2009.