'
O transporte de pacientes com origem e/ou destino às unidades de terapia intensiva é, em geral, uma tarefa complexa e que requer uma equipe treinada e organizada. Muitas vezes, prefere-se por evitar o transporte do paciente até que existam condições mínimas (estabilidade hemodinâmica e ventilatória), pois o momento do deslocamento pode agravar o quadro clínico e originar complicações.
Os principais motivos para o transporte de pacientes críticos são: a realização de procedimentos ou exames diagnósticos (centro cirúrgico, hemodinâmica, radiologia) e transferência para outras unidades de terapia intensiva (intra ou extra-hospitalar).
Eventos adversos são comuns durante o transporte de pacientes críticos. Logo, preparação e planejamento são fundamentais para garantir a segurança do paciente.
É recomendado que a equipe siga um checklist para o transporte, com 10 passos para minimizar a ocorrência de eventos adversos.
Revisão: Yuri Albuquerque (Medicina Intensiva).
Agizew TB, Ashagrie HE, Kassahun HG, et al. Evidence-Based Guideline on Critical Patient Transport and Handover to ICU. Anesthesiol Res Pract. 2021; 2021:6618709.
Pereira Júnior GA, Nunes TL, Basile-Filho A. Transporte do paciente crítico. Medicina (Ribeirão Preto). [Internet]. USP. São Paulo, SP: USP. (Acesso em 24 jul 2023).
Morais SA, Almeida LF. Por uma rotina no transporte intra-hospitalar: elementos fundamentais para a segurança do paciente crítico. Revista HUPE. 2013; 12:3(138-146).
Chang DW, American Association for Respiratory Care (AARC). AARC Clinical Practice Guideline: in-hospital transport of the mechanically ventilated patient--2002 revision & update. Respir Care. 2002; 47(6):721-3.