2.
Associação de antifúngico à Hidrocortisona
a 1% creme (10 mg/g). Aplicar 2 vezes/dia nas lesões, em associação ao antifúngico.
1. Realizar boa retração do prepúcio e higienização local com água e emolientes. Secar bem a região ao final da limpeza, com posterior redução do prepúcio.
2. Evitar agentes irritantes locais (ex.: sabão).
3. Usar preservativo em todas as relações sexuais (cuidado com o risco de falha do método se uso concomitante com agentes tópicos no pênis), sendo mais indicado evitar as relações sexuais até cicatrização da(s) lesão(ões).
4. Em caso de refratariedade ao tratamento, encaminhar o paciente para um especialista para avaliação de biópsia.
1. Realizar boa retração do prepúcio e higienização local com água e emolientes. Secar bem a região ao final da limpeza, com posterior redução do prepúcio.
2. Evitar agentes irritantes locais (ex.: sabão).
3. Usar preservativo em todas as relações sexuais (cuidado com o risco de falha do método se uso concomitante com agentes tópicos no pênis).
4. Em caso de refratariedade ao tratamento, encaminhar o paciente para um especialista para avaliação de biópsia.
1. Realizar boa retração do prepúcio e higienização local com água e emolientes. Secar bem a região ao final da limpeza, com posterior redução do prepúcio.
2. Evitar agentes irritantes locais (ex.: sabão).
3.Usar preservativo em todas as relações sexuais (cuidado com o risco de falha do método se uso concomitante com agentes tópicos no pênis), sendo mais indicado evitar as relações sexuais até cicatrização da(s) lesão(ões).
4. Em caso de refratariedade ao tratamento, encaminhar o paciente para um especialista para avaliação de biópsia.
1. Realizar boa retração do prepúcio e higienização local com água e emolientes. Secar bem a região ao final da limpeza, com posterior redução do prepúcio.
2. Evitar agentes irritantes locais (ex.: sabão).
3. Usar preservativo em todas as relações sexuais (cuidado com o risco de falha do método se uso concomitante com agentes tópicos no pênis), sendo mais indicado evitar as relações sexuais até cicatrização da(s) lesão(ões).
4. Outras opções incluem crioterapia, excisão e curetagem cirúrgica.
5. Em caso de refratariedade ao tratamento, encaminhar o paciente para um especialista para avaliação de biópsia.
1. Realizar boa retração do prepúcio e higienização local com água e emolientes. Secar bem a região ao final da limpeza, com posterior redução do prepúcio.
2. Evitar agentes irritantes locais (ex.: sabão).
3. Usar preservativo em todas as relações sexuais (cuidado com o risco de falha do método se uso concomitante com agentes tópicos no pênis).
4. Em caso de refratariedade ao tratamento, encaminhar o paciente para um especialista para avaliação de biópsia.
LI M, Mao JX, JIang HH, et al. Microbiome profile in patients with adult balanoposthitis: relationship with redundant prepuce, genital mucosa physical barrier status and inflammation. Acta Dermato Venereologica. 2021; 101(5):adv00466.
Gilbert DN, Chambers HF, Saag MS, et al. The Stanford Guide to antimicrobial therapy 2017. 47th ed. Sperryville: Antimicrobial Therapy; 2017.
Edwards SK, Bunker CB, Ziller F, et al. 2013 European guideline for the management of balanoposthitis. Int J STD AIDS. 2014; 25(9):615-26.
Pandya I, Shinojia M, Vadukul D, et al. Approach to balanitis/balanoposthitis: current guidelines. Indian J Sex Transm Dis AIDS. 2014; 35(2):155-7.