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Definição: Vacina tríplice bacteriana do tipo acelular, usada para prevenção da difteria, tétano e coqueluche, do tipo infantil (para ser usada até 6 anos de idade).
| Vacina | DTPa (tríplice bacteriana acelular infantil) |
| Via/Local | Intramuscular/ Deltoide esquerdo ou vasto lateral da coxa |
| Esquema | 2, 4 e 6 meses com reforço aos 15 meses, 4 e 6 anos 1 |
1. Observar as indicações de DTPa infantil para estabelecimento do esquema vacinal.
Suspensão injetável composta por Toxoide diftérico, tetânico e pertussis (acelular), Hemaglutinina filamentosa, fimbrias, pertactina, adjuvante Fosfato de alumínio, conservante 2-fenoxietanol e água para injeção.
A vacina é realizada via intramuscular. Em menores de 2 anos, fazer na região do músculo vasto lateral da coxa. Em crianças maiores de 2 anos, fazer na região deltoide, na face externa superior do braço.
A dose é de 0,5 mL.
A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) sugere a realização da vacina tríplice bacteriana acelular, mesmo em crianças sem registro de eventos adversos anteriores, por ser menos reatogênica do que as do tipo celular.
Deve ser realizada apenas em pacientes que apresentaram um dos eventos adversos citados anteriormente. As doses são feitas aos 2, 4 e 6 meses (podendo ser realizadas com a vacina pentavalente), com reforço aos 15 meses e com 4 a 6 anos de idade. Sempre considerar as doses realizadas com a tríplice bacteriana do tipo celular.
Dose aos 2, 4 e 6 meses (pode ser feita com as vacinas pentavalente ou hexavalente), com reforço aos 15 meses e com 4 a 6 anos de idade.
Produto de uso pediátrico apenas.
Consultar DTPa do tipo adulto.
Igual ao adulto.
Igual ao adulto.
Autoria principal: Dolores Silva (Pediatria pela UERJ).
Revisão: Marcelo Gobbo Jr. (Medicina de Família e Comunidade).
Ministério da Saúde (BR), Aranda CMSS, et al. Manual de Procedimentos para Vacinação. 4a ed. Brasília: Ministério da Saúde, Fundação Nacional de Saúde, 2001.
Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação/ Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Brasília: Ministério da Saúde, 2014.
Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Manual de vigilância epidemiológica de eventos adversos pós-vacinação/ Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. 3a ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2014.
Toscano C, Kosim L. Cartilha de Vacinas: para quem quer mesmo saber das coisas. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2003.
Sociedade Brasileira de Pediatria. Calendário de vacinação da SBP 2018. Departamento de Imunizações e Departamento de Infectologia. [Internet]. SBP. Rio de Janeiro, RJ: SBP. (Acesso em 14 dez 2023).