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Definição: Vacina dupla tipo adulto, usada para prevenção das doenças difteria e tétano.
| Vacina | dT (difteria e tétano) |
| Via/Local | Intramuscular/ Deltoide esquerdo/ Adultos: possível também na região glútea, quadrante superior externo |
| Esquema |
0-2-4 meses* + reforço a cada 10 anos
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*Independentemente do momento da primeira dose.
Associação dos toxoides tetânico e diftérico, com o hidróxido ou fosfato de alumínio como adjuvante e o timerosal como preservativo.
Realizar a vacina via intramuscular profunda. Para maiores de 2 anos, pode ser usado o músculo deltoide na face externa superior do braço. Em adultos, também pode ser realizada na região glútea, quadrante superior externo.
A dose é de 0,5 mL.
A vacina é indicada a partir dos 7 anos de idade, para prevenção do tétano acidental e da difteria. Deve ser realizada nas pessoas com o esquema vacinal incompleto e para os reforços do esquema básico.
Anafilaxia ou eventos neurológicos, dentro de 6 semanas a partir da administração de uma dose da dT, constitui contraindicação para novas doses da vacina.
Nos pacientes maiores de 7 anos, a vacina deve ser realizada para reforço a cada 10 anos ou em casos de acidente, conforme a gravidade do acidente e situação acidental. Para mais informações, acesse Profilaxia de Tétano.
Autoria principal: Dolores Silva (Pediatria pela UERJ).
Revisão : Marcelo Gobbo Jr. (Medicina de Família e Comunidade).
Ministério da Saúde (BR), Aranda CMSS, et al. Manual de Procedimentos para Vacinação. 4a ed. Brasília: Ministério da Saúde, Fundação Nacional de Saúde, 2001.
Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação/ Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Brasília: Ministério da Saúde, 2014.
Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Manual de vigilância epidemiológica de eventos adversos pós-vacinação/ Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. 3a ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2014.
Toscano C, Kosim L. Cartilha de Vacinas: para quem quer mesmo saber das coisas. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2003.
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