' Hepatite A - Prescrição
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Hepatite A

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Definição: Vacina de vírus inativado usada para prevenção da hepatite A.

Via/
Local
Intramuscular/
Vasto lateral esquerdo ou deltoide
Dose/ Volume 1 dose/ 0,5 mL
Esquema 15 e 18 meses 1 ou 15 meses 2

1. Esquema da Sociedade Brasileira de Pediatria; 2. Esquema vacinal do Programa Nacional de Imunizações.

Vírus obtido de cultivo celular em fibroblastos humanos, inativados pela formalina. Contém Hidróxido de alumínio como adjuvante.

Deve ser administrada por via intramuscular profunda, no local de administração na face anterolateral da coxa (músculo vasto lateral) para crianças entre 12 e 23 meses.

Deve ser administrada por via intramuscular profunda, no local de administração do músculo deltoide, na face externa superior do braço para adultos, adolescentes e crianças acima de 2 anos de idade.

O volume é de 0,5 mL.

Indicada para crianças acima de 12 meses de idade, conforme o calendário vacinal. Também pode ser usada em situações de bloqueio de surtos.

História de anafilaxia a algum dos componentes da vacina.

  • Dor;
  • Vermelhidão;
  • Enduração;
  • Febre;
  • Fadiga;
  • Diarreia;
  • Vômitos;
  • Perda do apetite.

Para mais informações sobre conduta em caso de eventos adversos, acesse Eventos Adversos em Vacinação.

Programa Nacional de Imunizações (PNI)

A vacinação deve ser realizada em dose única aos 15 meses de idade.

Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP)

A vacinação deve ser feita em duas doses, com 15 e 18 meses de idade.

  • Em casos de pacientes não vacinados anteriormente, realizar a vacinação (conforme Sociedade Brasileira de Imunização [SBIm]) em duas doses;
  • Não disponível no SUS para esse público alvo;
  • Utilizar o esquema padrão 0-6 meses. [cms-watermark]
  • Considerar a vacinação, conforme risco de exposição, em duas doses, de acordo com a SBIM;
  • Vacina inativada, sem risco teórico para gestante e feto, por consequência;
  • Não disponível no SUS para esse público alvo;
  • Utilizar o esquema padrão 0-6 meses.
  • Em casos de exposição, surtos ou com avaliação sorológica, realizar a vacinação (conforme SBIm) em duas doses;
  • Considerar contactantes domiciliares de pacientes doentes como exposição;
  • Não disponível no SUS para esse público alvo;
  • Utilizar o esquema padrão 0-6 meses.

Autoria principal: Dolores Silva (Pediatria pela UERJ).

Revisão: Marcelo Gobbo Junior (Medicina de Família e Comunidade).

    Equipe adjunta:
  • Gabriela Guimarães Moreira Balbi (Pediatria pela UFPR e SBP);
  • Renata Carneiro da Cruz (Pediatria pela UERJ);
  • Jéssica Borba Coutinho (Médica de Família e Comunidade e Paliativista);
  • Philipp Oliveira (Medicina de Família e Comunidade);
  • Renato Bergallo (Medicina de Família e Comunidade);
  • Fabiana Barreto Goulart Déléage (Pediatria pela SMS/RJ e Medicina de Adolescentes pela UERJ);
  • Maria Eduarda B. Cruxen (Pediatria pela UFCSPA);
  • Vanessa Nascimento (Cirurgia Pediátrica Geral pelo IFF/FIOCRUZ e Oncológica pelo INCA).

Ministério da Saúde (BR), Aranda CMSS, et al. Manual de Procedimentos para Vacinação. 4a ed. Brasília: Ministério da Saúde, Fundação Nacional de Saúde, 2001.

Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação/ Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Brasília: Ministério da Saúde, 2014.

Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Manual de vigilância epidemiológica de eventos adversos pós-vacinação/ Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. 3a ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2014.

Toscano C, Kosim L. Cartilha de Vacinas: para quem quer mesmo saber das coisas. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2003.

Sociedade Brasileira de Pediatria. Calendário de vacinação da SBP 2018. Departamento de Imunizações e Departamento de Infectologia. 2018; (9).